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EPISTEMOLOGY OF MOBILE JOURNALISM: A REVIEW

Acaba de ser publicado o primeiro número de 2021 da revista Profesional de La Información. Esta edição conta com três artigos de revisão: um do Mark Deuze, outro de José-Alberto García-Avilés e um terceiro meu, todos de acesso aberto.

O meu artigo chama-se “Epistemology of mobile journalism. A review” e é disponibilizado igualmente numa versão em castelhano (Epistemología del periodismo móvil. Artículo de revisión).

A revista Profesional de La Información está indexada na WoS Social Sciences Citation Index (Q3) e na Scopus (Q1).

(atualizado em 31 de janeiro)

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PRÉMIOS GABO 2020

Já são conhecidos os finalistas dos Prémios Gabo do ano passado. Nas quatro categorias a concurso (Texto, Imagem, Cobertura e Inovação), destaco esta última.

FUNES: um algoritmo contra a corrupção (Ojo Público)
Trata-se de um algoritmo que calcula o risco de corrupção nas contratações públicas no Peru.

RADAR AOS FATOS (Aos Fatos)
Centro de inteligência que monitoriza, em tempo real, a desinformação sobre a pandemia no Brasil

SIETE HORAS DE ANGÚSTIA EN LA MODELO (Cerosetenta)
Trabalho multimédia sobre um motim na cadeia Modelo, em Bogotá.

Destaque ainda para os finalistas nas restantes categorias:

TEXTO:

“El narcotraficante invisible: tras las huellas de Memo Fantasma”,

“Hugo, historia de un corazón”

“Venezuela, o paraíso dos contrabandistas”

IMAGEM:

Defensores de la selva”, publicado en El País de España.

“Las niñas suicidas de El Salvador”, publicado en Univision Noticias Digital.

“Migrar es tocar tierra”.

COBERTURA:

“Frontera Sur. La frontera desconocida de América”

“Los explotadores del agua”

“Tierra de resistentes”

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CHAMADA DE TRABALHOS PARA O XXVII CONGRESSO DA SEP

A Faculdade de Comunicação da Universidade de Sevilha organiza o XXVII Congresso Internacional da SEP (Sociedad Española de Periodística). O evento, que decorrerá em formato virtual, realiza-se nos dias 27 e 28 de maio de 2021.  O tema deste ano é ‘Transformação digital. Desafios e expectativas para o jornalismo’.

As propostas de comunicação podem ser enviadas até ao dia 1 de fevereiro através do formulário existente na página do congresso, devendo enquadrar-se num dos seguintes temas:

  1. Evolución y adaptación de la profesión periodística a los nuevos desafíos.
    2. Innovación de nuevos modelos de negocio y nichos de emprendimiento.
    3. Audiencias activas y estrategias de distribución.
    4. Tendencias recientes en la producción de contenidos y nuevas narrativas.
    5. Enseñanza e investigación en el periodismo post Covid-19.

As comunicações apresentadas serão publicadas numa das seguintes revistas: Textual & Visual Media, Ámbitos. Revista internacional de Comunicación, Anàlisi. Quaderns de comunicació i cultura. Poderão ainda ser publicadas na forma de capítulo em livro digital editado pela Gedisa e pela SEP.

As inscrições no congresso abriram em dezembro e encerram no dia 1 de maio de 2021.

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A RÁDIO NO ECOSSISTEMA DO SÉCULO XXI

A revista espanhola Index.Comunicación acaba de lançar um número especial para comemorar o seu 10º aniversário.  A edição inclui um texto meu intitulado “La radio en el ecosistema mediático del siglo XXI: estudio de caso en Portugal“.

Retomo um conceito que abordei num trabalho publicado no 1º número da revista intitulado “El nuevo ecosistema mediático” e que ainda é o artigo desta revista mais citado no Google Académico.

Num balanço da primeira década de vida, os editores destacam a indexação da revista em alguns dos principais rankings que medem o impacto científico das publicações, como  o Emerging Sources Citation Index (ESCI), FECYT, Qualis (A2), Dialnet metrics (Q2), Google Scholar Metrics (H5-8/Mediana H5-15), Miar (7,4), e Rebiun (12º), entre outros.

 

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+25 PERSPECTIVAS DO CIBERJORNALISMO

Acaba de ser lançado o livro “+25 Perspectivas do Ciberjornalismo“,  para o qual escrevi o prefácio.

Podia ter feito “uma revisão sistemática da literatura ou uma análise exaustiva aos capítulos do livro“, mas isso “obrigavam-me a olhar para o passado e acrescentava pouco ao que foi escrito pelos autores. Por isso optei justamente pelo contrário: olhar para o futuro. Parece mais arriscado, mas na verdade é bem mais simples porque o futuro nunca deixa de o ser.”

Deixo aqui o início do texto e convido-vos a ler toda a obra, que é disponibilizada gratuitamente pela da Ria Editorial,

Raramente o lançamento de um livro foi tão oportuno como este. Em cenários de crise, a procura de informação cresce exponencialmente porque as dúvidas são muitas. E quanto mais global for a crise, maior a necessidade de informação. Deixa de ser possível encontrar respostas numa geografia de proximidade e por isso a procura de informação torna-se global na esperança de encontrarmos respostas às novas inquietações.
A atual pandemia de COVID-19 gerou uma tempestade perfeita: à complexa situação sanitária juntou-se ainda uma recessão global e longos períodos de confinamento obrigatório que alteraram as rotinas dos cidadãos. O problema já não é apenas a eventual perda de rendimentos, é também a vida que está em risco, seja a própria existência física de cada um, seja o lugar social num coletivo que vê as instituições de referência paralisadas e os códigos comuns suspensos.
Esta imensa crise global veio afetar ainda mais o setor do jornalismo, ele próprio uma instituição fundamental em qualquer sociedade democrática e que vivia já um período conturbado pela incapacidade para encontrar novos modelos económicos que assegurem a sua sobrevivência
Para completar este cenário negro, nos últimos anos ganhou escala um fenómeno oportunista – as fake news – que veio minar uma das características fundamentais do jornalismo: a sua credibilidade.
E é neste cenário Dantesco que o Ciberjornalismo
1
comemora o seu 25º aniversário, motivo que justifica o lançamento deste livro para o qual simpaticamente me pediram este prefácio

 

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JOVENS E USO DO SMARTPHONE

Maio é o mês de cerejas e, pelos vistos, também mês de artigos poisjá é o segundo publicado este mês. Desta vez com o Eduardo Pellanda e a Ana Cecília Nunes, da PUCRS, e ainda o Valeriano  Piñeiro-Naval, do Labcom, o trabalho tem como título “Mobile phones in young people everyday life: case study with Portuguese and Brazilian students” e o resumo é este:

“Os telefones celulares se tornaram objetos comuns do dia-a-dia em quase todas as sociedades, independentemente do estágio de desenvolvimento. A presença desses dispositivos tornou-se constante em qualquer latitude, como mostra o índice de penetração em 2018: 65,9%. Esses números, já surpreendentes por si só, atingem valores ainda mais altos entre os jovens. Assim, este artigo estuda o uso de telefones celulares, em particular smartphones, por jovens estudantes universitários portugueses e brasileiros. Para isso, foi desenvolvido um aplicativo que registrava todos os usos feitos pelos jovens em seus dispositivos móveis. Essa metodologia permite a coleta de dados em um contexto diário sem que os participantes se sintam controlados. Um total de 317.938 interações, registradas nos dispositivos participantes, mostra que o principal uso dado a esses dispositivos é como plataforma de acesso às redes sociais, seguido pelo envio de mensagens e pela variável “segundos usos” do dispositivo (observe, calendário, câmera, calendário e calculadora). Embora este seja um estudo em andamento, é possível afirmar que os dados confirmam estudos anteriores (FORTUNATI; TAIPALE, 2014) em que os smartphones se afirmam como uma plataforma de comunicação verbal escrita em oposição à sua gênese baseada na oralidade.”

Disponível para leitura gratuita em http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/view/35850

Canavilhas, João, Pellanda, Eduardo, Piñeiro-Naval, Valeriano & Nunes, Ana Cecília Biso Nunes (2020). Mobile phones in young people everyday life: case study with Portuguese and Brazilian students, Revista Famecos, Vol. 27, pp. 1-23. (DOI: https://dx.doi.org/10.15448/1980-3729.2020.1.35850)

 

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A TÉTRADE DE McLUHAN

Novo artigo publicado em conjunto com a Carolina Weber e a Eugénia Barichello. Com o título “A tétrade de McLuhan na pesquisa em comunicação: revisão sistemática de aplicações no Brasil e em Portugal”, o trabalho tem o seguinte resumo:

“O artigo apresenta os resultados de um trabalho exploratório para mapear a aplicação da tétrade de McLuhan em pesquisas da área da comunicação no Brasil e em Portugal.
A metodologia usada foi a revisão sistemática da literatura publicada na última década (2009-2019). Para tal mapeamento, trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, artigos e capítulos) foram localizados a partir de sistemas de indexação, repositórios públicos e motores de busca especializados. O objetivo foi descobrir como a tétrade vem sendo aplicada e a que objetos. Por fim, são apontadas potencialidades da ferramenta, chamada por McLuhan de “sonda exploratória”.

Pode ser lido gratuitamente em: http://www.revistas.usp.br/matrizes/article/view/160112

Weber Dall’Agnese, C., Canavilhas, J., & Mariano da Rocha Barichello, E. (2020). A tétrade de McLuhan na pesquisa em comunicação: revisão sistemática de aplicações no Brasil e em Portugal. Matrizes, 14(1), pp. 221-239.

 

 

 

 

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JDM 2020

O congresso internacional  JDM – Jornalismo e Dispositivos Móveis 2020 realiza-se este ano nos dias 24 e 25 de novembro.  As comunicações podem ser enviadas até ao dia 31 de maio, sendo aceites apenas 6 por cada mesa.
Tal como na edição do ano anterior, cada investigador tem 15 minutos para apresentar o seu trabalho, 5 minutos para colocar questões a outro participante da sua mesa  e 10 minutos para responder às perguntas que lhe forem colocadas. Com este formato pretende-se incentivar a discussão entre os investigadores que trabalham os mesmos temas.
O programa final será apresentado em Julho e, para além das três mesas, contará ainda com conferências de especialistas do mundo académico e das empresas.
Mais informações na página do evento

1 Os dispositivos móveis como ferramenta de produção, distribuição e consumo de notícias
[Reflexões teóricas sobre a utilização dos smartphones no contexto da recolha e tratamento de informação (MoJo) e sobre a receção de conteúdos em dispositivos móveis]

2 Narrativas jornalísticas para dispositivos móveis

[Reflexões teóricas sobre novas linguagens e novos formatos jornalísticos]

3 Estudos de caso/trabalhos práticos e projectos

[Análise de conteúdos e de narrativas, estudo de apps, relatos de projetos hiperlocais, experiências com recurso a Realidade virtual, Vídeo 360, etc

 

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